Quanto pior melhor?



 Os tempos pós-modernos que o digam. Parece que tudo está se cumprindo a risca com o que as Escrituras nos mostram relativo ao final dos tempos. São guerras, terremotos como nunca visto antes, intrigas variadas em todos os níveis da sociedade, o “sodomismo” em crescente movimento, enfim, tudo está correndo conforme o esperado (pelo menos para os cristãos milenaristas). Agora mesmo com o surgimento do chip que só pode ser colocado na mão direita ou na testa (o tal do Mondes) e que será dentro de muito pouco tempo uma obrigação para o comércio, já viu... o cerco está se fechando. Os milenaristas (chamarei assim os que vivem num corpo de carne e osso, que tem emprego, problemas e respiram como todo outro ser humano, porém sempre tem o discurso de querer morar no céu o quanto antes), estão com seus discursos mais afiados do que nunca. Isso é bom ou ruim? Bom, depende de qual prisma analisamos isso: morar com Jesus deve ser sempre nossa maior esperança. Pra isso existe uma promessa do próprio Senhor, dizendo que virá nos buscar para com ele morarmos (Jo 14). Só não concordo em estarmos vivendo aqui e ficarmos olhando os acontecimentos apontando que o mundo será destruído irreversivelmente e nada poderá, ou deverá mudar. E se o mundo vai ser destruído porque pensar em muda-lo? A igreja é formada de pessoas que foram salvas por Cristo para viverem Cristo. A igreja é uma “cristofania”, ou seja, uma “aparição de Jesus”. Olhando dessa forma podemos dizer que temos o dever de continuar fazendo o que Cristo tinha o prazer de fazer: mesmo sabendo que um dia tudo seria consumado, evangelizava quem podia e não lançava fora uma só alma que se achegava diante Dele procurando socorro. Nosso maior desafio (como igreja) é ser o mais humana possível, pois quando chegarmos a esse ponto nos tornaremos mais divina (autor desconhecido). Mesmo que exista uma promessa de morarmos com Jesus (no céu ou na nova cidade), ainda estamos na terra e meu dever é vivenciar Deus no cotidiano. Não de forma a mistificar tudo,(ou quase tudo) mas de viver o evangelho e torna-lo uma realidade que pode tornar o céu uma realidade terrena nas nossas vidas cada dia. Podemos viver o céu hoje e agora. Como também podemos viver o inferno aqui e agora. Depende de você. 

Boaz Alberto

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